A fruticultura vem se destacando em diversas regiões da Bahia nos últimos anos, se consolidando como uma fonte crucial de geração de renda e desenvolvimento para o estado. Esse avanço resultou na movimentação de cerca de R$ 1,3 bilhão em exportações em 2023, posicionando o setor como um dos pilares da economia baiana.
Essa evolução acelerada é fruto de uma combinação estratégica entre recursos naturais e investimentos técnicos. Um dos pontos que impulsiona essa expansão é o clima favorável e a ampla disponibilidade de áreas para irrigação. Esses elementos permitem que os produtores baianos obtenham duas ou mais safras por ano, elevando significativamente a produtividade.

Além disso, a diversidade geográfica da Bahia permite o cultivo de diferentes variedades. Enquanto as áreas irrigadas focam em frutas tropicais, a altitude da Chapada Diamantina atrai a produção de frutas de clima temperado, como morango e uva para vinhos finos.
Principais culturas e desempenho produtivo
De acordo com a última Pesquisa Agrícola Municipal, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2024, o volume total de produção (excluindo banana e abacaxi) atingiu a marca histórica de 1.012.999 toneladas.
O resultado representa um crescimento de aproximadamente 23,6% em relação às 819.138 toneladas registradas em 2023. Segundo o estudo, o desempenho de 2024 foi impulsionado principalmente pelo crescimento das principais cadeias produtivas do estado:

Ao observar o histórico recente, o avanço é ainda mais expressivo: em 2020, a produção era de 643.035 toneladas, o que demonstra um aumento de mais de 57% no volume colhido em apenas cinco anos.
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